ENGENHEIRO DO HAWAII: O SHOW
Clube Álvares Cabral, Vitória, ES, 10 de junho, dez e vinte da noite. Um dos momentos mais emocionantes da minha vida, sem exageros. Nem ironias. Depois de um ano de espera, eu consegui ir ao show. É que ano passado eles vieram a Vitória, mas eu fiz uma cirurgia na quarta e o show foi no sábado. Frustração :(
Mas a espera valeu a pena:
-Cantei até não ter mais voz;
-Aplaudi até as mãos arderem;
-Pulei até doer as pernas.
Emoção indescritível dividida com alguns amigos, em especial Renata e Ericke. Como descrever como eu me senti cantando com Humberto Gessinger e mais um ginásio lotado:
"Afinal o que é Rock n' Roll:
Os óculos do Jhon ou olhar do Paul?"
Mas a espera valeu a pena:
-Cantei até não ter mais voz;
-Aplaudi até as mãos arderem;
-Pulei até doer as pernas.
Emoção indescritível dividida com alguns amigos, em especial Renata e Ericke. Como descrever como eu me senti cantando com Humberto Gessinger e mais um ginásio lotado:
"Afinal o que é Rock n' Roll:
Os óculos do Jhon ou olhar do Paul?"


3 Comments:
hehehehehe...se acabou hein muleke !!!
O show teve uma ótica diferente ao seu lado, pois afinal quem me introduziu nesse mundo de engenheiros foi vc né cabeção! Bjoca
hummm...
já me senti assim antes, só que em outro show... de outros artistas...
Cidade Negra...
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